A vida é um castelo de areia

Quando algo dá errado para você, como você geralmente reage a isso?

Na vida, não é todo dia que as coisas vão bem para nós, mas como reagimos a essas situações é o ponto principal.

É preciso tempo e muita resiliência para compreender e aprender a lidar com o que quer que surja, seja desconforto ou facilidade, tristeza ou alegria.

E aprender como aceitar tudo e confiar que nada é permanente.

Ao melhorar nossa inteligência emocional, aprendemos a encarar a vida com aceitação, reconhecendo que todas as coisas eventualmente passam.

Mas, claro, este não é um esforço simples.

Imagine um dia normal na praia, então há crianças construindo um castelo de areia, enquanto brincam na praia com suas pás e baldes construindo camada sobre camada de uma estrutura arenosa, elas se perdem no prazer do momento. Mas quando uma onda quebra e varre seu castelo, você notará que todas as crianças têm uma resposta diferente.

Alguns vão chorar ao ver seu amado castelo de areia desaparecer. Quanto mais eles se apegam à ideia de querer de volta, mais tristeza eles suportam.

Outras crianças avançam rapidamente. Eles simplesmente permitem que a onda devore seu castelo e observem enquanto a areia volta para o oceano e então simplesmente pegam a pá e começam de novo.

Sem apego, sem reclamar, sem sofrimento.

Como o castelo de areia, nada nesta vida permanece o mesmo, as estações mudam, nosso corpo envelhece, nossos relacionamentos e por isso temos a escolha.

Podemos resistir à mudança ou podemos nos render a ela. E quanto mais praticamos a entrega e a abertura para mudanças, mais facilmente fluímos de uma situação para a seguinte, de um estágio da vida para outro.

Como disse Judith Minty

“Dou-lhe isto para levar com você: nada permanece como era, se você sabe disso, pode começar de novo, com pura alegria no desenraizamento”.

Portanto, não há problema se algo inesperado acontecer e seus planos derem errado, mas é tudo uma questão de reação.

Life is a sandcastle

When something goes wrong for you, how do you usually react to this?

In life, is not every day things go right for us but how we react to those situations is the main point.

It takes time and so much resilience for understanding and learning how to be with whatever arises, whether discomfort or ease, grief or joy.

And learn how to accept it all and to trust that nothing is permanent.

By improving our emotional intelligence, it teaches us to approach life with acceptance, recognising that all things eventually pass.

But of course, this is not a simple endeavour.

Imagine an ordinary day at the beach, so there are children building a sandcastle as they play on the shore with their shovels and pails building layer upon layer of a sandy structure, they get lost in the enjoyment of the moment. But when a wave crashes up and sweeps away their castle, you’ll notice that all children have a different response.

Some will cry as they watch their beloved sandcastle disappear. The more they cling to the notion of wanting it back, the more sadness they endure.

Other children quickly move forward. They simply allow the wave to devour their castle and observe as the sand drifts back into the ocean and then they simply pick up their shovel and begin again.

No grasping, no clinging, no suffering.

Like the sandcastle, nothing in this life remains the same, the seasons change, our body ages, our relationships and so we have the choice.

We can either resist change or we can surrender to it. And the more we practice surrender, and openness to change, the more easily we flow from one situation to the next one stage of life to another.

As Judith Minty said…

“I give you this to take with you: Nothing remains as it was, if you know this, you can begin again, with pure joy in the uprooting”.

So there is no problem if something unexpected happens and your plans go wrong, but it is all about your reaction.

You won’t be happy in the future

If someone stops you right now and ask:

Are you happy with your life? What would you say?

Would you answer that you are working and projecting things that will make you happy in the future?

Or would you say that you are grateful and happy with everything that you are facing at the moment?

Our realities may not always be easy. There are often circumstances that lift our days down and sometimes even blur our focus.

So we may as well find as much joy as we can within it there is usually something to enjoy. If we look hard enough, we often postpone enjoying what we have right now because of the idea that enjoyment lies in the future.

The thing is, we only place our happiness in the future because that is where we believe happiness stays.

We will always be chasing happiness without ever managing to catch it.

However, I will tell you something so important…

You will not be happy in the future because happiness is right here, right in front of us and right now.

And if we continually miss it by resisting it, fighting it or reducing it to a means to an end, then we are not only disconnecting from the fullness of this moment. But ultimately, wellness, the essence of our life.

The future never actually arrives, it is always the present moment. And if we do not learn to be happy with it happiness may always feel out of reach.

There will be those who say that happiness is having what you want. But, this is not true, as it is not possible.

Because when you want it, it’s because you don’t have it yet, and when you have it, you don’t want it anymore.

So try finding appreciation for what you have and how you are but that does not mean you should stop thinking about your future it just about does not waste your precious time and happiness because those are happening now.

Walt Whitman once said:

“Happiness, not in another place, but this place, not for another hour, this hour.”

Você não será feliz no futuro

Se alguém te parar agora e perguntar:

Você está feliz com a sua vida? O que você diria?

Você responderia que está trabalhando e projetando coisas que lhe farão feliz no futuro?

Ou você diria que está grato(a) e feliz com tudo que está enfrentando/vivendo no momento?

Nossas realidades nem sempre são fáceis. Frequentemente, há circunstâncias que anulam nossos dias e às vezes até embaçam nosso foco.

Todavia, podemos também encontrar muita alegria quanto observamos de uma maneira justa e particular, geralmente há algo para desfrutar.

Se olharmos com atenção, muitas vezes adiamos desfrutar o que temos agora por causa da ideia de que o prazer está no futuro.

O fato é que, só colocamos nossa felicidade no futuro porque é lá que acreditamos que a felicidade está.

Estaremos sempre perseguindo a felicidade sem nunca conseguir alcançá-la.

No entanto, vou te contar algo extremamente importante …

Você não será feliz no futuro porque, a felicidade está bem aqui, bem na nossa frente e agora.

E se continuamente a perdemos resistindo, lutando ou reduzindo-a a um meio para um fim, então não estamos apenas nos desconectando da plenitude deste momento. Mas, nos desconectando também do nosso bem-estar, a essência da nossa vida.

O futuro nunca chega realmente, é sempre o momento presente. E se não aprendermos a ser felizes com ele, a felicidade pode sempre parecer fora de nosso alcance.

Haverá quem diga que felicidade é você ter, o que você quer. Mas, isso não é verdade, pois, não é possível.

Porque, quando você quer, é porque você não tem ainda e quando você tem aí você já não quer mais.

Portanto, tente encontrar apreciação pelo que você tem e como você é, mas isso não significa que você deve parar de pensar sobre o seu futuro, isso significa não desperdiçar seu precioso tempo e felicidade, pois eles estão acontecendo agora.

Walt Whitman disse uma vez:

“Felicidade, não é outro lugar, mas neste lugar, não daqui à uma hora, mas esta hora.”

Why should we accept criticism?

In the same way we work to be open and accepting when we fit, these are qualities that are helpful to bring into the challenges of daily life. One of them is the challenge of receiving criticism.

Whether or not it’s warranted, many of us find criticism difficult to hear. We often take it to heart becoming hard on ourselves, defensive hurt, and even self deprecating. Our judging mind jumps in with pointed self criticism, leaving us feeling embarrassed, disappointed, or like we failed.

It’s important to remember that criticism is often constructive and meant to help us thrive, and improve rather than hurt us, learning how to listen to it openly and receptively helps us become less defensive less emotional, so that we don’t miss the point of what’s being said. Of course not all criticism is constructive still listening to all of it openly allows us to respond from a calm nonreactive place.

So how do we accept criticism?

When a boss, friend or family member shares words that feel pointed or hurtful. Well, we can start by taking a few deep conscious breaths while the person we’re talking to is speaking. We can use the breath as a tool to comas, as we tried to remain open, and not take things personally, even if it feels person.

It can also be supportive to rest a hand somewhere that feels grounded, like our belly or chest. The simple gesture can help us feel safe and remain open, so that we can truly listen to the words being said, without shutting down or interrupting. And if we’re overwhelmed or need time to absorb their criticism.

It’s perfectly okay to ask for some space and time to reflect, creating a bit of distance allows us to acknowledge our feelings, and to hold them with compassion. The idea in taking the space is to create a calmer, clearer state of mind, from which we can process what was said, with less judgement, noting the valid points, and letting go of those that don’t serve us.

We can choose which parts to disregard and which parts to use as feedback, the critique becomes an opportunity for growth and self improvement.

So the next time you find yourself on the receiving end of criticism, reflect on the following words of wisdom, take criticism seriously, but not personally. If there is truth, or merit and a criticism, try to learn from it. Otherwise, let it roll right off you gently come back.

Por que devemos aceitar críticas?

Da mesma forma que trabalhamos para ser abertos e receptivos quando estamos em fases de mudanças, essas são qualidades que ajudam a trazer para os desafios da vida diária.

Um deles é o desafio de receber críticas.

Seja isso bom ou não, muitos de nós temos dificuldade em ouvir as críticas. Frequentemente levamos a sério o fato de nos tornarmos duros conosco, nos ferirmos na defensiva e até mesmo nos auto-depreciarmos.

Nossa mente de julgamento salta com uma autocrítica incisiva, deixando-nos envergonhados, desapontados ou como se tivéssemos falhado. É importante lembrar que a crítica muitas vezes é construtiva e visa nos ajudar a prosperar, e melhorar, em vez de nos ferir, aprender a ouvi-la de maneira aberta e receptivamente nos ajuda a ficar menos defensivos e menos emocionais, para que não percamos o ponto do que está sendo dito.

É claro que nem todas as críticas são construtivas, mas ouvir todas elas abertamente nos permite responder de uma forma calma e não reativa e até mesmo mais sábia.

Então, como aceitamos críticas?

Quando o seu chefe, amigo ou membro da família compartilha palavras que parecem incisivas ou ofensivas. Bem, podemos começar, respirando fundo e consciente, enquanto a pessoa com quem estamos falando está falando.

Podemos usar a respiração como uma ferramenta para ‘pausar’, pois tentamos permanecer abertos e não levar as coisas para o lado pessoal, mesmo que pareça pessoal.

Também pode ser útil descansar a mão em algum lugar que pareça aterrado, como a barriga ou o peito, mas, evite cruzar os braços.

O simples gesto pode ajudar-nos a sentir-nos seguros e abertos, para que possamos ouvir verdadeiramente as palavras ditas, sem nos desligarmos ou interrompermos.

E se estivermos sobrecarregados ou precisarmos de tempo para absorver suas críticas. É perfeitamente normal pedir um pouco de espaço e tempo para refletir, criar um pouco de distância nos permite reconhecer nossos sentimentos e mantê-los com compaixão.

A ideia de ocupar o espaço é criar um estado de espírito mais calmo e claro, a partir do qual possamos processar o que foi dito, com menos julgamento, observando os pontos válidos e deixando ir aqueles que não nos servem.

Podemos escolher quais partes ignorar e quais usar como feedback, a crítica se torna uma oportunidade de crescimento e autoaperfeiçoamento.

Portanto, da próxima vez que você receber críticas, reflita sobre as seguintes palavras de sabedoria, leve as críticas a sério, mas não pessoal. Se houver verdade, ou mérito e uma crítica válida, tente aprender com isso. Caso contrário, desconsidere e volte o seu foco e energia ao que importa.

Errar faz bem!

E se eu te dissesse que é bom estar errado?

Soa muito controverso, certo?

Mas vamos refletir então, sobre a vantagem inesperada de estar errado. Uma das lutas universais da vida é nossa resistência em estar errado. Estejamos lançando uma ideia ou defendendo uma opinião.

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Frequentemente, sentimos uma forte necessidade de estar certos. E essa tendência é reforçada por nosso condicionamento cultural, que nos diz que a pessoa que está errada é fraca e tola, enquanto a pessoa que está certa é forte e capaz.

Digamos que, durante uma discussão no trabalho, estejamos apresentando uma ideia de como resolver um problema importante. À medida que enfrentamos opiniões opostas. Até a ideia de ser considerado errado pode despertar sentimentos de vergonha e raiva. Mas essa resistência em estar errado nos causa estresse e sofrimento. Isso fortalece nosso ego e reforça a proximidade com o mundo ao nosso redor.

Muitas vezes, para estar certo, não vamos nem ouvir as opiniões dos outros. Portanto, perdemos oportunidades de aprender e crescer. Mas não é nosso desejo estar certo, esse é o problema.

É a nossa resposta por estarmos errados.

Precisamos ver o que está errado, não como um defeito ou fraqueza, mas como uma parte natural do nosso caminho. Sinal de que estamos aprendendo e evoluindo.

Ter uma atenção plena nos incentiva a desafiar nossa necessidade de estar certo por meio do princípio da mente do iniciante, a mente de um iniciante nos ensina a enfrentar os desafios das pessoas e os conflitos com a mente e o coração abertos. Ele nos ensina que cada momento é uma oportunidade de ver o mundo novo com uma curiosidade infantil e abertura.

Portanto, nesse mesmo debate no trabalho, podemos dizer a nós mesmos, antes de me comprometer com minha ideia.

“Por que não escuto a outra perspectiva?

Quem sabe, talvez eu esteja errado. Talvez haja algo que eu possa aprender de uma nova maneira de ver as coisas.”

Quando deixamos de lado a nossa necessidade de estar certo, nos tornamos menos autoritários e mais curiosos, declaramos menos opiniões e fazemos mais perguntas.

Como disse a autora Kathryn Shulz disse:

“Longe de ser um sinal de indiferença ou intolerância, o erro é uma parte vital de como aprendemos e transformamos as coisas em erro, podemos revisar nossa compreensão de nós mesmos e corrigir nossas ideias sobre o mundo”.

Por mais desorientadores que sejam, difíceis ou humilhantes, nossos erros podem ser, em última análise, eles são errados. Não está certo, isso pode nos ensinar quem somos.

Dias atrás, postei em meu Twitter…

Uma pessoa que sabe que não sabe, ela e infinitamente mais sábia do que uma pessoa que acha que sabe sem saber.

Pense nisso.

Is good to be wrong!

What if tell you is good to be wrong?
It can sounds controversial, right?
But let’s think about the unexpected upside of being wrong. One of the universal struggles of life is our resistance to being wrong.

Photo by George Becker on Pexels.com

Whether we’re pitching an idea or defending an opinion. We often feel a strong need to be right and this tendency is reinforced by our cultural conditioning, which tells us that the person who is wrong is weak and foolish, while the person who is right is strong and capable.

Let’s say while in a discussion at work, we’re presenting an idea for how to solve a key problem. As we face opposing opinions. Even the thought of being perceived as wrong can stir up feelings of embarrassment and anger. But this resistance to being wrong causes us stress and suffering. It strengthens our ego and reinforces closeness to the world around us.

Often in order to be right. We won’t even listen to others opinions. So we miss out on opportunities to learn and grow. But it’s not our desire to be right, that’s the problem. It’s our response to being wrong.

We need to see being wrong, not as a defect or weakness, but as a natural part of our path. A sign that we’re learning and evolving. The Mindfulness practice for example encourages us to challenge our need to be right through the principle of beginner’s mind, beginner’s mind teaches us to approach challenges people and conflicts with an open mind and heart. It teaches us that every moment is an opportunity to see the world as new with a childlike curiosity and openness.

So in that same debate at work, we can say to ourselves, before I commit to my idea.

‘Why don’t I listen to the other perspective?

Who knows, perhaps I may be wrong. Maybe there’s something I can learn a new way of seeing things.’

When we let go of our need to be right, we become less authoritative and more curious, we declare fewer opinions, and ask more questions.

As the author Kathryn Schulz said:

“Far from being a mark of indifference or intolerance wrongness is a vital part of how we learn and change things to error, we can revise our understanding of ourselves and amend our ideas about the world.”

However disorienting difficult or humbling, our mistakes might be, it is ultimately wrongness. Not rightness, that can teach us who we are.

A person who knows it does not know, it is infinitely wiser than a person who thinks it knows, without knowing anything. (it was a tweet that I uploaded a few days ago)

Think about that…

Como concentrar-se em meio as ‘Tempestades’?

De vez em quando, nossa concentração se desenvolve com uma facilidade bem-vinda. Quando chegamos em algum lugar e fechamos os olhos, nosso corpo se sente aterrado, nossa respiração em paz, nossa mente limpa, mas na maior parte do tempo, é preciso esforço para relaxar e ficar presente.

Às vezes, a nossa postura pode parecer uma batalha contra um corpo inquieto e uma mente distraída e sua batalha pode ser especialmente difícil. Quando carregamos emoções fortes desde o nosso dia em nossa meditação ou até mesmo antes de dormir, emoções como medo ou raiva.

Eles podem vir com a força de uma ‘Tempestade’, nos desequilibrando e tornando impossível ficarmos concentrado.

Portanto, nesses momentos de emoções voláteis, nossa respiração, e especialmente a expiração, conserva-se como uma âncora.

Assim como Dolly Parton disse…

“As tempestades fazem as árvores criarem raízes mais profundas”.

Então, quando você se depara com uma rajada de emoções que ameaça varrê-lo(a). Imagine-se forte e enraizado(a), como uma árvore no meio de uma tempestade.

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Embora os galhos e as folhas possam se debater violentamente com o vento e a chuva. O tronco permanece estável e aterrado. Suas raízes se ancoraram profundamente na terra.

Assim, sempre que você precisar, recorra à qualidade de ancoragem de sua respiração para encontrar seu centro (foco), emoções fortes ainda podem estar presentes, podem ainda agitar as folhas e sacudir as janelas. Mas com o aterramento, você pode aproveitar a força para enfrentar a tempestade e seguir em frente.

How to get concentrated during the ‘Storms’?

From time to time, our concentration can unfold with welcome ease. When we arrive somewhere and close our eyes, our body feels grounded our breath peaceful, our mind clear, but much of the time, it requires effort to relax and stay present.
Sometimes our entire posture can feel like a battle against a restless body and distracted mind and his battle can be especially hard. When we carry strong emotions from our day into our meditation or even before sleep, the emotions like fear, or anger.
They can come with the force of a ‘Storm-front’ throwing us off balance and making it feel impossible to stay and rest.
So in these moments of volatile emotions, our breath, and especially the exhale, conserve as an anchor.
Just as Dolly Parton said…

“Storms make trees take deeper roots”.


So when you’re faced with a gust of emotion that threatens to sweep you away. Imagine yourself strong and rooted, like a tree in the midst of a storm.

Photo by Daniel Watson on Pexels.com


Though the branches and leaves may thrash wildly in the wind and rain. The trunk remains steady and grounded. Its roots anchored deeply into the earth.
So whenever you need to call on the grounding quality of your exhales to find your centre, strong emotions may still be present, they may still stir up the leaves and rattle the windows. But with grounding, you can harness the strength to face the storm, and ride it out.